Uma História Tomista da Filosofia

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Filósofo Tomista e professor de Filosofia, de Tradução e de Língua Portuguesa. Autor de várias obras e tradutor premiado.
Carlos Nougué

 IMPORTANTE: As inscrições e as aulas começam no dia 31 de maio de 2022.  


"A história da filosofia não é para saber o que pensaram os homens, mas para ver o que disseram de verdadeiro ou de falso com respeito às coisas."

Carlos Nougué (cf. S. Tomás, “In I De caelo et mundo”, lec. 22, n. 8)


Caráter do curso. Este curso é distinto de todas as histórias da filosofia que até hoje vieram à luz, ou seja, não é um desfile eclético de doutrinas que, por falta de eixo e centro, não faz senão confundir seus destinatários. Nem sequer as histórias da filosofia católicas escaparam até hoje a esse defeito. Este curso, portanto, como diz seu mesmo título, tem o tomismo como eixo e centro, mas não porque o professor do curso seja tomista, e sim porque, como se provará ao longo das aulas, a doutrina de Santo Tomás é de fato o eixo e centro da história da filosofia – assim como, mutatis mutandis e superiormente, Cristo é o eixo e centro da história.


Observação 1: tratar-se-á neste curso a doutrina de cerca de 300 filósofos.

Observação 2: a cada aula, fornecer-se-á a bibliografia correspondente.


Programa Resumido do Curso

BAIXE AQUI O PROGRAMA COMPLETO


Introdução Geral


I. De nossos primeiros pais aos jônios, exclusive


II. Dos jônios a Plotino: a filosofia no paganismo

1. Os pré-socráticos.

a. Os primeiros naturalistas e o princípio de todas as coisas: certa descoberta da causa material.

• Tales de Mileto (c. 624-547 a.C.). 

• Anaxímenes de Mileto (588-524 a.C.). 

• Heráclito de Éfeso (c. 540-477 a.C.). 

b. Pitágoras (c. 571-500 a.C.) e os pitagóricos: certa descoberta da causa formal.

c. Xenófanes (c. 570-475 a.C.). 

d. A Escola Eleática:

• Parmênides (530-460 a.C.). 

• Zenão de Eleia (c. 490-430 a.C.).

• Melisso de Samos (470-430 a.C.). 

e. Empédocles (495-430 a.C.).

f. Anaxágoras de Clazômenas (499-428 a.C.).

g. Os atomistas.

• Leucipo (contemporâneo de Anaxágoras).

• Demócrito de Abdera (c. 460-370 a.C.).

h. O ecletismo e seu retorno ao princípio único.

• Diógenes de Apolônia (490-425 a.C.).

• Arquelau de Atenas (século V a.C.).

i. Os sofistas: decadência filosófica, mas descoberta – ainda que torta – da ciência ética e das artes liberais.

• Protágoras (481-411 a.C.). 

• Górgias (485-380 a.C.), o retórico.

• Pródico de Ceos (465-395 a.C.).

• Antifonte (480-411 a.C.) e Hípias de Élis (443-399 a.C.). 

• Os erísticos.

• Os sofistas políticos.

2. Sócrates (470-399 a.C.). 

3. Os discípulos menores de Sócrates.

a. Antístenes (445-365 a.C.), o pré-cínico.

b. Euclides (c. 435-365 a.C.) e a escola de Mégara: mescla da doutrina de Parmênides com a de Sócrates.

c. Fédon (contemporâneo dos outros socráticos menores) e a escola de Élida.

d. Aristipo (c. 435-360 a.C.). 

4. Hipócrates (c. 460-370 a.C.). 

g Herófilo (335-280 a.C.) e Erasístrato (304-250 a.C.).

5. Xenofonte (c. 430-354 a.C.).

g Alcibíades, historiador.

g Tucídides (460-400 a.C.), talvez o maior dos historiadores de antes de Cristo. 

6. Platão (428/427-348/347 a.C.). 

7. Aristóteles (384-322 a.C.). 

g Teofrasto (372-287 a.C.): o cientista natural do perípato.

g Demétrio de Falero e Estratão de Lâmpsaco (discípulos de Teofrasto): a introdução em Alexandria do perípato.

8.Entre o período helenístico e o fim da era pagã – longo mas desigual e acidentado processo de decadência:

a. A escola socrática, a platônica e a aristotélica. 

b. O cinismo e o epicurismo.

c. O estoicismo.

d. Cepticismo e ecletismo.

9. Os matemáticos

a. Eudoxo de Cnido (408 e 355 a.C).

b. Euclides († 300 a.C.).

c. Apolônio de Perga (262-194 a.C.).

10. Outros astrônomos.

a. O geocentrismo grego em geral.

b. O heliocentrismo de Aristarco de Samos (310-230 a.C.).

c. O regeocentrismo de Hiparco de Niceia (190-120 a.C.).

g A síntese de Ptolomeu (90-168 d.C.).

11. Políbio (203-120 a.C.): historiador. 

12. Os geógrafos.

a. Eratóstenes (276-194 a.C.).

c. Estrabão (c. 63-c. 24 a.C.).

12. Os físicos mecânicos.

a. Arquimedes (a.C.).

b. Héron (10-80 d.C.).

13. Marco Túlio Cícero (106-43 a.C.).

14. Andrônico de Rodes († 60 a.C.). 


Nosso Senhor Jesus Cristo – o eixo e plenitude dos tempos –, as Escrituras e o surgimento da sacra teologia.


Dois Grandes Divisores de Águas


I. A fé e a razão.

II. A beatitude do homem.



 Fílon de Alexandria (c. 20 a.C.-c. 50 d.C.). 


15.Epicurismo, pirronismo, cepticismo e cinismo tar-dios.

16. O neoestoicismo romano.

a. Lúcio Aneu Sêneca (4 a.C-65 d.C.). 

b. Epicteto (50-138 d.C.).

c. Marco Aurélio (121-180 d.C.).

17. Cláudio Galeno (129-217 d.C.).

17. Historiadores e biógrafos.

a. Lúcio Méstrio Plutarco (c. 46 d.C.-120 d.C.).

b. Públio (ou Caio) Cornélio Tácito (56-117 d.C.).

c. Diógenes Laércio (primeira metade do século III d.C.).

18.Neopitagorismo e médio-platonismo.

§ Numênio de Apameia (século II d.C.), o platonismo às portas do neoplatonismo.

19. Amônio Sacas (c. 175-c. 241 d.C.), mestre direto de Plotino e de Orígenes.

20. Alexandre de Afrodísias († c. 200 d.C.) 

21. O neoplatonismo

a. Plotino (c. 205-270 d.C.), protótipo do filósofo pagão.

b. Proclo Lício (ou Diádoco [‘sucessor’], 412-485 d.C.). 

c. Porfírio de Tiro (234-304/309 d.C.). 

d. Jâmblico (245-325 d.C.).


III. O primeiro filosofar cristão

1. Os Padres até Santo Agostinho, exclusive.

a. A Patrística grega.

• Os apologistas gregos do século II.

s Santo Aristides de Atenas (século II d.C.): a verdadeira noção de Deus contra a falsa noção dos gregos, dos caldeus e dos egípcios. 

s São Justino Mártir (100-165 d.C.): a participação das criaturas racionais no Logos. 

g Os gnósticos.

• A Didaskaleion de Alexandria.

§ O sistema das Sete Artes Liberais.

s Clemente de Alexandria (c. 150-215 d.C.), importante pedagogo; alguma heterodoxia?

s Orígenes, o Cristão (185-253 d.C.): entre o platonismo e o cristianismo; preexistência da alma; apocatástase; a possibilidade de perda da beatitude eterna; o alegorismo; a condenação de doutrinas suas pelo magistério da Igreja.

• Eusébio de Cesareia (c. 265-339 d.C.): o “Pai da História da Igreja”.

• Os Padres Capadócios.

s São Basílio Magno (ou de Cesareia, 330-379 d.C.): o Hexamerão; contra a usura e a carestia; Da Leitura dos Autores Gregos.

s São Gregório de Nissa (330-395 d.C.): a alma e a imortalidade; a criação do homem.

s São Gregório Nazianzeno, o Teólogo (329-389 d.C.): retórico e escritor exemplar.

• São João Crisóstomo (‘o Boca de Ouro’, 347-407 d.C.): puro teólogo.

• (Pseudo-)Dionísio Areopagita (entre o século V e o VI d.C.).

• São Máximo, o Confessor (580-662 d.C.).

• São João Damasceno (675-749 d.C.).

g João Filopono de Alexandria (João, o Gramático, 490-570 d.C.).


¶ Dos Padres do Deserto e seus apoftegmas a São Bento e sua regra.


b. A Patrística latina.

• Tertuliano (160-220 d.C.). 

• Marco Minúcio Félix († 260 d.C.): convite filosófico ao cristianismo.

• São Cipriano de Cartago († 258 d.C.).

• Arnóbio de Sica (255-330 d.C.).

• O leigo Lactâncio (240-320 d.C.).

2. Santo Agostinho de Hipona (354-430 d.C.): um salto incalculável.


IV.Entre a Patrística e a Escolástica 

1. Severino Boécio (c. 480-c. 524).

2. Cassiodoro (490-581 d.C.).

3. São Gregório Magno (540-604 d.C., papa). 

4. Santo Isidoro de Sevilha (c. 560-635 d.C.).

5. São Beda, o Venerável (673-735 d.C.).


V. A Escolástica

1. Até os Vitorinos, exclusive.

a. Sob o Império Carolíngio.

• Rábano Mauro (780-856 d.C.).

• Alcuíno de York (c. 735-804 d.C.).

• John Scot Erígena (815-877 d.C.).

b. Santo Anselmo de Cantuária (ou de Aosta) (c. 1033-1109 d.C.). 

c. A Escola de Chartres (século XI-XII d.C.).

d. Os Vitorinos.

• Hugo de São Vítor (1096-1141 d.C.).

• Ricardo de São Vítor (1110-1173 d.C.).

e. Pedro Abelardo (1079-1142 d.C.).

f. São Bernardo de Claraval (1090-1153 d.C.).

g. Pedro Lombardo (1096-1160 d.C.). 

h. Alain de Lille († 1202 d.C.).

i. João de Salisbury (1120-1180 d.C.). 

j. Os panteístas.

• Amalrico de Bena († c. 1205 d.C.).

• David de Dinant (1160-1217 d.C.).


§ Avicena e Averróis.

a. Avicena (980-1037 d.C.).

b. Averróis (1126-1198 d.C.).

g Os outros filósofos muçulmanos.

g

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Você poderá participar desse curso até 1 mês após a matrícula.

Qualquer pessoa de boa vontade.

Carlos Nougué
"Filósofo Tomista e professor de Filosofia, de Tradução e de Língua Portuguesa. Autor de várias obras e tradutor premiado."

           

• Lexicógrafo, participou da redação de quatro dicionários.

• Tradutor de quatro línguas (latim, francês, espanhol e inglês), verteu ao português cerca de 250 livros dos mais variados gêneros, do técnico ao literário, do poético ao histórico, do filosófico ao teológico, muitos dos quais de alguma relevância.

• É professor de numerosos cursos online (todos os quais se encontram também em cursos.estudostomistas.org), muitos gratuitos, outros pagos, sendo o principal deles a Escola Tomista, de 260 aulas.

• Já se publicaram cinco de seus livros:

s Estudos Tomistas – opúsculos (esgotado). 

s Suma Gramatical da Língua Portuguesa.

s Do Papa Herético e outros opúsculos.

s Da Arte do Belo.

s Estudos Tomistas – opúsculos II.

§ A Arte de Escrever Bem na Língua Portuguesa (no prelo).


O certificado ficará disponível para o aluno ao final do curso.

Confira algumas dúvidas mais comuns sobre a emissão e validade do certificado: 

- Meu certificado emitido através deste site tem validação do MEC? 

Os cursos autorizados pelo MEC são de Graduação e Pós-Graduação e as Secretarias Estaduais de Educação autorizam cursos técnicos profissionalizantes e do ensino médio. Cursos online são classificados, por lei, como cursos livres de atualização ou qualificação, ou seja, não se qualifica como graduação, pós-graduação ou técnico profissionalizante. 

Os Cursos Livres, passaram a integrar a Educação Profissional, como Nível Básico após a Lei nº 9.394 - Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Essa é uma modalidade de educação não-formal com duração variável, a fim de proporcionar conhecimentos que permitam atualizar-se para o trabalho, sem exigências de escolaridade anterior. 

Educação é um direito de todos e é um incentivo a sociedade, previsto por lei na Constituição Federal.  É com essa base que trabalhamos, incentivando a educação. Os cursos livres e os certificados tem validade para fins curriculares e certificações de atualização ou aperfeiçoamento, não sendo válido como técnico, graduação ou pós-graduação. 

- Meu certificado é aceito como atividades extra-curriculares nas universidades brasileiras? 

A aceitação ou não é de responsabilidade das universidades. Em geral, eles são aceitos.

Dúvidas Frequentes

Educação à distância é uma modalidade de ensino que permite ao cliente não estar fisicamente presente em um ambiente formal de aprendizagem. Ou seja, aluno e professor não precisam estar em um mesmo local ao mesmo tempo. O ensino à distância começou através de cursos por correspondência, que posteriormente migraram para o rádio e depois para a TV com os chamados Telecursos. Hoje, a Internet também tem servido de suporte para a realização destes cursos, dando origem aos cursos on-line.
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Sim, a exceção da Escola Tomista, único curso nosso com cobrança recorrente.
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Não, uma vez aprovado o pagamento e liberado o acesso não é mais possível realizar o estorno.
Claro. Caso esteja enfrentando qualquer dificuldade de ordem técnica para acessar o ambiente, pagamentos, etc. basta escrever para cursos@santotomas.com.br. Também estamos sempre disponíveis por telefone ou WhatsApp.
Sim, os alunos poderão escrever diretamente para o professor Nougué, que responderá em e-mail de uso exclusivo dos alunos. AVISO: Apenas para os alunos da Escola Tomista.
Não, não há nenhuma prova. Mas alguns cursos podem ter questões de auto-avaliação que não são consideradas para o progresso no curso ou emissão do certificado.
Não, as aulas só podem ser assistidas on-line. Mas não se preocupe, você pode assistir quando quiser e quantas vezes quiser, enquanto sua matrícula estiver ativa.

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