Meu ingresso na Escola Tomista, no início do ano de 2018, se deu na fase inicial da minha vida de estudos, quando eu não tinha, ainda, experiência quase alguma com a filosofia, há 5 anos. No início tudo me fascinou muito, principalmente a aquisição da lógica, que depurou meu olhar sobre o mundo e a realidade.
Mas, por não conhecer nenhuma outra filosofia - ou melhor, nenhum outro método de ensino sistemático de filosofia - eu não tinha plena certeza de que estava no caminho certo. Foi então que, ao longo destes cinco anos, ingressei em duas graduações diferentes de filosofia, uma das quais abandonei por absoluta inépcia da universidade - que é federal, frise-se - e outra que sigo cursando; bem como fiz outros cursos avulsos com outros professores, li muitos livros e expandi meu olhar acerca do mundo do conhecimento humano, sua história e sua condição atual.
Digo tudo isso para concluir que, depois de ter adquirido outros parâmetros de comparação, considero a Escola Tomista a melhor e mais acertada iniciativa de aprendizagem que empreendi em minha trajetória! Aqui finquei minhas bases de modo seguro, sólido e verdadeiro. Hoje sou capaz de compreender qualquer coisa que eu me empenhe em compreender nas ciências ou nas artes. Este curso deveria ser, nos moldes da antiga escola de artes liberais medieval, uma introdução obrigatória a todo e qualquer ensino que queira ostentar o status de superior.
O professor Carlos Nougué é uma benção na minha vida e serei eternamente grato pelo seu trabalho e sua obra.
Obrigado, professor Nougué; e obrigado, Marcel Barboza, pelo serviço prestado em auxílio a essa Escola e a nós, alunos. Deus os abençoe.